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Sustentabilidade & Meio Ambiente

O Remo é um esporte náutico e depende, para a sua prática, de “águas limpas” e este é somente um dos motivos pelos quais devemos nos preocupar em cuidar do meio ambiente e temos de ter a consciência de que o futuro de nossa modalidade depende de ações ligadas à sustentabilidade e cuidado ao meio ambiente.

 

A Lagoa Rodrigo de Freitas vem passando por diversas obras de limpeza e despoluição nos últimos anos, culminando com o trabalho realizado para sediar as competições de remo e canoagem dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, onde obtivemos níveis muito bons de controle de qualidade da água nas amostras colhidas nestes dois eventos. O legado ambiental olímpico nos mostrou que a despoluição completa da Lagoa é possível e é nosso desafio e responsabilidade dar continuidade a este processo.

 

Seguindo o exemplo da Federação Internacional de Remo (FISA), e como parte de uma federação esportiva, acreditamos ter a responsabilidade de aplicar práticas voltadas para a sustentabilidade e cuidado ao meio ambiente com os seguintes objetivos:

  • Aumentar a conscientização sobre a importância na conservação do meio ambiente;

  • Buscar parcerias dos Governos, das Universidades, Organizações não Governamentais, Comunidades, visando integrar as diversas áreas de conhecimento nas soluções dos problemas existentes;

  • Difundir os conhecimentos e os desenvolvimentos tecnológicos ecologicamente corretos, de forma a impulsionar o progresso dos clubes de remo, sem comprometimento do meio ambiente e da qualidade de vida;

  • Estabelecer normas, critérios e padrões relativos ao controle e à manutenção das áreas de prática esportiva, com vistas ao uso racional dos recursos ambientais;

 

O projeto “Remar para Preservar” é o primeiro passo deste processo e está sendo criado com o objetivo de se utilizar a modalidade remo aliado ao ensino da educação ambiental, como principal ferramenta impulsionadora da construção da responsabilidade socioambiental, capacitando crianças e adolescentes regularmente matriculados na rede pública de ensino, que vivem em áreas de vulnerabilidade socioambiental, à assumirem o papel de cidadãos conscientes, que entendem sua realidade e  estejam aptos a transformá-la.